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terça-feira, 30 de julho de 2013

Visita Técnica - Bairro do Gomeral - Guaratinguetá

A visita ao Bairro do Gomeral em Guaratinguetá foi realizada no dia 29 de Junho de 2013.
O embarque foi realizado em frente à Unidade do SENAC em Guaratinguetá, por volta das 8h00 da manhã.
Para chegarmos até o Bairro Gomeral, utilizamos a estrada vicinal Tancredo Neves. Parte da estrada é asfaltada e parte da estrada é de terra com muitas pedras e buracos, o que dificulta o acesso.
Nesta visita técnica não foi aplicado os procedimentos técnicos de viagem, pois o transporte utilizado foi van.
O grupo foi acompanhado por um Guia Credenciado pelo Ministério do Turismo, pelo docente de Primeiros Socorros Eduardo, pelo docente Álvaro e pelo docente do Curso Técnico em Guia de Turismo Anderson.
No roteiro combinado em sala aula, nós iriamos seguir em uma trilha em meio da natureza, saindo da Pousada Sete Nascentes em Vila Pirutinga até a Igreja de São Lázaro no Bairro Gomeral.
No decorrer do caminho até a Pousada Sete Nascentes, o nosso meio de transporte enfrentou alguns obstáculos, como as subidas dos morros, o que nos impediu de seguir a visita com a van. Seguimos parte do trajeto a pé. Caminhamos cerca de 1 hora, subindo muitos morros, até chegarmos a Pousada Sete Nascentes.
Chegando a Pousada, fomos recebidos pelo Monitor Local Chico Bento, que acompanhou todo o grupo pela trilha entre as montanhas até a chegada a Igreja de São Lázaro no Bairro do Gomeral.
Devido à distância que caminhamos entre o local onde a van parou e a chegada a Pousada Sete Nascentes, eu, o aluno Paulo e a aluna Gleici e o Guia Credenciado não acompanhamos o grupo durante a trilha. Nós voltamos todo o caminho percorrido a pé, encontramos a van no mesmo ponto da chegada e seguimos juntos com o motorista até a Igreja de São Lázaro.
Mesmo não acompanhando o grupo durante a trilha entre a natureza, percebi a importância da conservação do meio ambiente. Durante a caminhada até a Pousada Sete Nascentes, percebi também o impacto causado a natureza, pois por aquele caminho existem muitas fazendas criadoras de gados, causando grande movimentação de pessoas e carros pelo local.
Na minha opinião, o maior ponto negativo que observei foi que durante a caminhada até a Pousada Sete Nascentes, o grupo não caminhou junto. Alguns alunos estavam bem adiantados enquanto outros estavam com dificuldade de subir os morros ficando mais atrás.
Assim que todo o grupo se reencontrou, almoçamos no Restaurante Além das Nuvens e após o almoço retornamos para o SENAC de Guaratinguetá.







 
 

Visita Técnica - Fazenda Burity - Pindamonhangaba

A visita a Fazenda Burity Empresarial foi realizada no dia 21 de Junho de 2013.
O embarque foi realizado em frente à Unidade do SENAC em Guaratinguetá, por volta das 7h00 da manhã e a saída foi em torno das 7h25 da manhã.
Para chegarmos à Fazenda Burity, utilizamos a Rodovia Presidente Dutra até Pindamonhangaba, depois seguimos pela Estrada do Atanásio e Avenida Burity até chegarmos a Fazenda Burity.
Nesta visita técnica não foi aplicado os procedimentos técnicos de viagem, pois o transporte utilizado foi van.
Chegamos a Fazenda Burity as 9h20 da manhã aproximadamente, pois devido à falta de sinalização durante o percurso, o motorista se perdeu. Fomos recepcionados por Maria Helena e pelo monitor local Adam, que acompanhou o grupo durante toda a visita.
Começamos nossa visita caminhando por uma trilha de nível 1, onde passamos por alguns obstáculos. Durante a nossa caminhada, acompanhamos um pouco do treinamento de segurança que o grupo Gerdau estava realizando no local. Após a trilha todo o grupo seguiu para o restaurante da Fazenda Burity para tomar o café da manhã que foi uma cortesia da Fazenda e após o café, o grupo foi conhecer os quartos, o auditório, o escritório e outros ambientes da Fazenda, como o pomar, a concha acústica, a piscina e o campo de futebol.
As atividades realizadas da Fazenda Burity são criadas de acordo com as necessidades e o perfil do grupo e todos se preocupam com o bem estar dos clientes, colocando uma ambulância para acompanhar os grupos durante as trilhas além também da preocupação em diminuir os impactos ao meio ambiente.
A Fazenda Burity é limpa, organizada e conservada, porém falta acessibilidade para idosos e deficientes, pois os quartos ficam no segundo andar e a única forma de chegar até lá é utilizando as escadas. O único cômodo adaptado para deficientes e idosos é o banheiro, localizado na parte térrea da Fazenda.
Na nossa opinião, quanto a criar atrativos na fazenda, seria criar observação noturna e eventos durante o ano. Também seria interessante uma parceria com a prefeitura, para que o acesso a Fazenda Burity fosse mais bem sinalizado.





 

 

Visita Técnica - Grande Hotel - Hotel-Escola Senac - Campos do Jordão

A visita ao Hotel-Escola SENAC em Campos do Jordão foi realizada no dia 07 de Maio de 2013. Fomos para o evento Casa Aberta.
O embarque foi realizado em frente ao SENAC, unidade de Guaratinguetá, as 8h00 da manhã e a saída foi as 8h05 da manhã. Para chegarmos a Campos do Jordão utilizamos a Rodovia Presidente Dutra até a cidade de Moreira César e depois a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro até Campos do Jordão.
Nesta visita técnica não foi aplicado os procedimentos técnicos de viagem, pois o transporte utilizado foram duas vans, onde o grupo foi dividido em nove alunos por van.
Chegamos ao Grand Hotel em Campos do Jordão por volta das 9h15, onde fomos recepcionados pelos monitores (alunos de Lazer e Eventos) do Centro Universitário SENAC. Os monitores elaboraram uma recreação com todos os presentes para que pudéssemos nos conhecer para interagir com mais facilidade, porque além de nós, alunos do Curso Técnico em Guia de Turismo da unidade de Guaratinguetá, também estavam presentes no evento os alunos de Logística e Hotelaria do SENAC de São José dos Campos.
Os monitores nos acompanharam até o Centro Universitário SENAC, onde pegamos nossa identificação para que pudéssemos participar do evento. Antes de subirmos até a sala onde iriamos assistir as palestras, tivemos 15 minutos para irmos ao banheiro e para tomar o café da manhã.
Ficamos na sala 210, localizada no segundo andar do Centro Universitário SENAC. Antes do início da primeira palestra do dia, conhecemos a diretora Maria Stela Reis Crotti e a equipe do Centro Universitário SENAC, que nos falaram um pouco sobre a unidade e sobre o evento do dia.
A primeira palestra foi apresentada pela Hoteleira Valéria De Biase, graduada em Hotelaria pelo Senac São Paulo, pós-graduada em MBA em Marketing pela ESPM. Valeria foi assistente de eventos no The Royal Palm Plaza Hotel em Campinas, executiva de vendas Holiday Inn Guilford, gerente de eventos no Intercontinental Hotels na Espanha. Hoje é gerente de Alimentos e bebidas no hotel Pullman em São Paulo no Ibirapuera, Hotel Upscale da Accor.
Valeria nos falou sobre a Hotelaria, sobre as diversas áreas onde um hoteleiro pode atuar, sobre o crescimento da hotelaria no Brasil, sobre as características comportamentais do hoteleiro, sobre sua história dentro da hotelaria e o amor que tem por sua profissão. Ao termino da palestra, por volta do meio dia, saímos para almoçar, onde deveríamos retornar às duas horas da tarde.
Nosso almoço foi no Restaurante para alunos e funcionários do Centro Universitário SENAC. Não havia muita variedade de comida, mas tudo era bem feito e muito saboroso. O restaurante estava bem limpo, era bem espaçoso e havia lugares para todos.
Retornamos a sala às 14h00, onde o grupo foi dividido em quatro para iniciar a visita monitorada ao Hotel. Nossa monitora Vilma nos apresentou todas as áreas do hotel, desde a área dos funcionários até a área de lazer dos hospedes. Apenas não conhecemos as suítes do Grande Hotel.
Retornamos as 15h00 para mais uma palestra com Ricardo Domingues, Diretor Executivo da Resorts Brasil, que nos falou sobre as “Oportunidades e os Desafios das Entidades de Turismo” e com Paulo Mentone que nos falou sobre “Modelos de atuação do profissional de turismo no mercado de Resorts”.
Ricardo Domingues Iniciou sua carreira de publicitário em 1997, passando por agências de publicidade em Campinas, Goiânia e Firenze (Itália). Sua historia com turismo teve início em 2000 quando ingressou no departamento de marketing dos Hotéis Transamérica. Em 2002, assumiu o departamento de vendas internacionais da Rede Transamérica, onde ficou até 2007. Neste ano, seguiu carreira pela Resorts Brasil onde está atualmente, como diretor executivo. É formado em Publicidade pela PUCCAMP, Pós-Graduado pela ESPM e mestrado em marketing digital pela Universidade de Barcelona e leciona atualmente no SENAC Aclimação no Curso de Pós Graduação em Hotelaria.
Paulo Mentone possui experiência em turismo e foco nos segmentos Aéreo, Agências de Viagem, Operadoras de Turismo, Resorts, Lazer e Entretenimento. Sua carreira inclui desenvolvimento e gerenciamento de empreendimentos turísticos nos Estados Unidos e Brasil. Atualmente, Paulo Mentone trabalha no setor de vendas do Beach Park.
Após essa palestra, tivemos quinze minutos para fazermos um lanche.  As 17h00 começou a última palestra com Gustavo Syllos, que nos falou sobre "Hotelaria: muito além do apartamento”.
Gustavo Syllos é um profissional de marketing e vendas, com 20 anos de vivência em Viagens Corporativas. Trabalhou em companhias aéreas, GDS, agências de viagem, cartão de crédito e hotéis e empresas de tecnologia, sempre focado no mercado de viagens. Atua junto às associações da indústria buscando a profissionalização do setor e soluções comuns a elas. É também professor de Marketing de Serviços e palestrante sobre Distribuição. É sócio diretor da Forma & Conteúdo, empresa de assessoria de Marketing e Distribuição, e atua como Diretor de Negócios da Bematech CMNet.
Para encerrar o dia, a coordenadora do curso de hotelaria do Centro Universitário SENAC nos falou sobre o curso de Hotelaria, sua grade curricular e colocou-se a disposição de quem se interessasse em fazer o curso superior na unidade de Campos do Jordão.
Para nós, assistir a essas palestras foi muito importante, pois tivemos a oportunidade de conhecer mais sobre a hotelaria, sobre como vender um produto e como utilizar a internet a nosso favor dentro do turismo. Com esse conhecimento iremos desenvolver um trabalho mais completo e profissional dentro da área de Guia de Turismo.






 

Visita Técnica - Cidade de Aparecida

A visita ao maior Santuário do Brasil, a Basílica Nacional de Nossa Senhora Aparecida, foi realizada no dia 25 de Abril de 2013. A vista teve duração de 2 horas e meia aproximadamente, onde fomos recepcionados pela Monitora Local Zenilda Cunha, que nos explicou todos os detalhes envolvidos na arquitetura do Santuário. Visitamos o Museu de Nossa Senhora Aparecida, o Mirante, a Sala das Promessas, a Casa do Pão e a Basílica. O Museu de Nossa Senhora Aparecida e o Mirante estão localizados na Torre da Basílica. O Museu possui um grande acervo histórico e devocional mostrando toda a história de Nossa Senhora Aparecida e do Santuário. Muitas peças em exposição no Museu chamaram a minha atenção, como a Corrente de Ferro atribuída como testemunha do Milagre Zacarias, a pedra da Basílica Velha com a marca da ferradura atribuída ao episódio do Cavaleiro Ateu, a imagem de Nossa Senhora Da Conceição Aparecida feita em madeira entalhada e policromada no século XVIII; o Manto de Nossa Senhora feito em tecido bordado com aplicações de fios metalizados e pedras usadas na coroação da imagem no ano de 1904; a Almofada feita em tecido bordado com aplicação de fios metálicos e pedras do século XIX que acompanhou a Coroa doada pela Princesa Isabel no ano de 1868, as cinco coroas finalistas do concurso nacional da elaboração de uma nova coroa para a Imagem de Nossa Senhora Aparecida em comemoração ao Centenário da Coroação de Nossa Senhora Aparecida e o modelo vencedor foi eleito por um Júri Institucional que considerou também a votação do Júri Popular. A coroa vencedora é feita em prata dourada e pedras, o projeto foi elaborado pelos designers Lena Garrido e pela equipe de Debora Camisasca da cidade de Belo Horizonte/MG. Mas o que mais me impressionou no Museu de Nossa Senhora Aparecida, foi a Domus Áurea, a Casa do Ouro, onde estão as duas Rosas de Ouro, presente dos Papas Paulo VI em 1967 e do Papa Bento XVI em 2007, além de muitas joias ofertadas pelos romeiros. Esta em exposição também na Casa do Ouro o Ostensório, utilizado na novena das 18h00, feito em ouro, prata, rubis, esmeraldas e foi doada ao Museu pelos Padres Redentoristas da Alemanha e já tem mais de cem anos e a Imagem de Nossa Senhora Aparecida em ouro polido, doada em 2005 que pesa aproximadamente 2 quilos 550 gramas.  Já o Mirante fica no 18º andar da Torre Basílica e proporciona uma vista panorâmica da Cidade de Aparecida e Região. O Mirante foi reformado em outubro de 2008, quando houve melhorias no local, contando com a instalação de ar condicionado e painéis pintados em aquarela pelo pintor George Rembrandt Gutlich, nascido em São José dos Campos. Esses painéis mostram em uma linha do tempo a história da Cidade de Aparecida e um panorama do crescimento do maior Santuário Mariano do Mundo.
A Sala das Promessas e a Casa do Pão estão localizadas no subsolo da Basílica. É na Sala das Promessas, onde todos podem ver o quanto Nossa Senhora Aparecida age em favor de seus filhos. A Sala das Promessas é o local mais visitado do Santuário. No local encontramos milhares fotos, objetos e depoimentos de pessoas que receberam graças da Mãe Aparecida. E na Casa do Pão, os devotos podem se deliciar com pães, lanches, salgados, doces, biscoitos, bolos e o mais famoso produto que é o Pão de Nossa Senhora. A Casa do Pão é também um projeto social do Santuário Nacional, pois profissionaliza jovens e adolescentes no ramo de panificação e confeitaria industrial.
O Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, possui uma completa infraestrutura para proporcionar bem-estar, segurança e conforto aos devotos que visitam a Casa de Nossa Senhora Aparecida, com sala para descanso para os motoristas dos ônibus, sala de imprensa, sanitários, bebedouros, posto médico, segurança 24 horas, estacionamento com 5 mil vagas numa área de 400 mil metros quadrados, sendo 3 mil vagas para automóveis e 2 mil vagas para ônibus. O estacionamento do Santuário Nacional é considerado o maior estacionamento aberto da América Latina.  Além de toda essa infraestrutura, a Basílica também possui aproximadamente 1330 funcionários para atender a todos os peregrinos. 
A construção do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, iniciou em 11 de Novembro de 1955. A primeira ala a ser construída foi a Nave Norte e seguiu para a construção da Torre Brasílica, que teve sua estrutura metálica doada pelo então presidente, Juscelino Kubitschek. Terminada a torre, as obras seguiram para a cúpula central, depois, já em meados de 1972, para a Capela das Velas e para a Nave Sul, passando depois para as Naves Oeste e Leste, e as alas intermediárias, finalmente. Na construção do Santuário, foram usados 25 milhões de tijolos aproximadamente e 257 mil telhas azuis.
Toda arquitetura da Basílica tem um significado baseado na liturgia, na tradição católica e no simbolismo religioso. O idealizador do Santuário de Nossa Senhora Aparecida foi Dom José Gaspar d’Afonseca e Silva que era Arcebispo de São Paulo. Em algumas das visitas dele de pastoral na cidade de Guaratinguetá e Aparecida, que já era emancipada em 1939, Dom José Gaspar d’Afonseca e Silva prometeu ao povo e aos padres redentoristas, o auxilio na construção de uma nova Basílica, já que a Matriz Basílica, que é a antiga Basílica, não mais comportava o crescimento dos fiéis à Virgem de Aparecida. Então, foi Dom José Gaspar d’Afonseca e Silva que imaginou e que foi a procura de terrenos para a construção da Nova Basílica de Nossa Senhora Aparecida. Foi pensado em vários locais para a construção da Nova Basílica como o Morro do Cruzeiro, que de acordo com os Arquitetos e Engenheiros não suportaria o peso da construção, e pensou-se também em outros locais para a construção, até decidirem pelo local onde a Basílica é construída atualmente que é o Morro das Pitas. Só que em Agosto de 1943, Dom José Gaspar d’Afonseca e Silva, faleceu em um acidente de avião em Guanabara, no Rio de Janeiro e durante 1 ano e alguns meses a construção da Nova Basílica ficou parada, esperando quem iria assumir essas obras. Foi então, que outro Arcebispo da Cidade de São Paulo Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta, assume como seu a construção do Santuário de Nossa Senhora Aparecida. Dom José Gaspar d’Afonseca, que sonhou com a construção da Nova Basílica e falou que queria um local onde os devotos, além de rezar, tivessem um local de acolhimento para a família e entretenimento, ele já pensava em algo grandioso, além da sua época e o Cardeal Carmelo de Vasconcelos Motta abraçou a causa dando início à construção do Santuário. Em 1980, toda estrutura já estava pronta para a visita do Papa João Paulo II, e de 1980 em diante, ficou apenas o acabamento para terminar a construção.
Em 1997, o Arcebispo de Aparecida do Norte (SP), Dom Aloísio Lorscheider convidou o artista plástico Claudio Pastro para, com outros 20 arquitetos, fazer um estudo artístico para o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. A partir do ano 2000 ele foi escolhido como responsável pelo acabamento de toda a parte iconográfica interna da Basílica. Graças ao seu trabalho, o Santuário está se tornando um dos locais de peregrinação mais belos do país. Para a visita do Papa os trabalhos foram acelerados e novas obras de Claudio Pastro podem ser vistas no local. Para entender o trabalho de Claudio Pastro, primeiro é preciso saber que a Basílica é em estilo Neo-Romântico, que era o pensamento do início do século XX. Claudio Pastro ficou responsável pelo acabamento desde o piso até o teto do Santuário. O projeto arquitetônico da Basílica de Benedito Calixto de Jesus Neto estava pronto, mas não se tinha nenhuma ideia para o projeto do interior do Santuário. O projeto de Claudio Pastro foi criar o grande jardim Cântico dos Cânticos que é uma imagem do paraíso perdido e agora reencontrado ou aberto em Jesus Cristo, através de Jesus Cristo. O estilo Neo-Romântico, é um estilo arquitetonicamente próprio da liturgia católica. Na realidade a arquitetura é a imagem da Jerusalém celeste. E é o estilo que permite ao Senhor se manifestar, por exemplo, por uma certa austeridade, uma certa limpeza de espaço, e a repetição de espaços grandes e a repetição de arcos, arcadas, que na realidade são elementos geométricos do redondo e do quadrado que remetem ao encontro do céu com a Terra, e quando se passa pelos arcos, a visão já cria um circulo e esse circulo simboliza a plenitude. E psicologicamente isso já fala por si para todos os seres universalmente, não é uma coisa de uma certa época apenas, mas uma coisa que no cristianismo se universalizou porque tem elementos que são próprios do ser humano. O piso do Santuário, nas cores marrom e bege, simbolizam as águas da mãe Aparecida nos trazendo Jesus, no lado religioso, a água simboliza a ação do Espirito Santo em nossa vida. Então através do Espírito Santo, que através de Maria, todos nós somos conduzidos a Jesus.
No primeiro projeto arquitetônico do Santuário, ele teria o formato de Cruz Grega, só que devida a extensão de 16 metros da Arcada Sul, ela transformou-se na Cruz Latina, que é exatamente a Cruz que esta no altar, que significa o Sacrifício de Jesus por todos nós. Todo Santuário é construído com tijolinhos, pois o tijolo é uma referência que todos viemos do barro de Deus e para lá voltaremos e também diz uma referência à pequena imagem de Nossa Senhora que é feita de terracota, que é argila cozida em forno.
Localizado na entrada principal, trabalhado no chão, Claudio Pastro criou um Brasão, dando as boas vindas do Santuário Nacional. Todos os detalhes da arquitetura e acabamento da Basílica foram elaborados dentro da liturgia católica. Claudio Pastro também usou em seu trabalho no Santuário Nacional citações das terras brasileiras, valorizando o que é do Brasil. No piso foi um grande trabalho, usado como elementos decorativos, tanto nas paredes como nos pisos, Claudio Pastro usou elementos da tradição brasileira, como indígena, escravocrata negra, sem perder nunca o caráter universal do espaço sagrado. Claudio Pastro também escolheu os azulejos se baseando que o Brasil por ser um país tropical as pinturas se degeneraria facilmente devido a grande umidade. A escolha do azulejo foi feita também pensando tradição ibérica, pois na tradição da América Latina, portuguesa e espanhola, nós recebemos deles o azulejo. A simbologia usada na Basílica é a judaico-cristã, o peixe é fundamental, aliás, o peixe é fundamental não só no judaísmo, no cristianismo e agora também providencialmente na Basílica, porque a Virgem aparece dentro de uma rede de pesca envolta por muitos peixes. Então existe um casamento providencial, misterioso em tudo isso. Depois, há outros símbolos: a árvore, a árvore da vida, a montanha, os próprios anjos, o pavão e os pássaros em geral, etc. Depois tem a linguagem simbólica também que é própria da linguagem universal do ser humano que são as formas geométricas.
Muitas coisas na Basílica não foram programas, mas Deus fez com que tudo se encaixasse perfeitamente. Diante dessa grandiosidade do Santuário Nacional e da fé, o Santuário recebe milhões de devotos ao ano e todos tem a oportunidade de apreciar esta maravilhosa obra de arte, além da sua bela arquitetura, que une o ser humano a Deus.
Pra mim, participar desta visita, foi uma honra. Tive a oportunidade de conhecer mais de perto a Casa da Mãe Aparecida e todos os seus detalhes. A Basílica de Nossa Senhora Aparecida esta preparada para receber todas as pessoas que a procuram seja para agradecer ou para pedir por alguma graça. Por isso, a cada ano que passa, o número de devotos aumenta, fazendo com que o Santuário Nacional se torne o mais importante ponto turístico religioso do Brasil.


Hotel Rainha do Brasil
 
Logo após a visita realizada no Santuário, fizemos um city tour pelo Centro de Apoio ao Romeiro, Centro de Eventos e o Presépio. Em seguida seguimos para o Hotel Rainha do Brasil, que é uma extensão do Santuário Nacional de Aparecida, localizado nos jardins da Cidade do Romeiro, em uma área de 180 mil m².
São 330 apartamentos padronizados divididos nas categorias single, double e triplo,com capacidade para acomodar até 1.032 pessoas,  com opções de conjugados, acomodações adaptadas para portadores de necessidades especiais, divididos em 15 pavimentos. Oferece serviços de ar condicionado, frigobar, tv a cabo e cofre. O Hotel Rainha do Brasil ainda possui espaços especiais para atividades religiosas, congressos, reuniões e lazer.  Além disso, os hospedes ainda podem usufruir de um belíssimo banho de piscina, hidromassagem, sauna, academia e salão de jogos que ficam localizados na cobertura do Hotel.
O Hotel é de fácil acesso, possui uma ampla área verde com lago, parque arborizado e um amplo estacionamento.
Quem nos conduziu durante a visita ao Hotel Rainha do Vale, foi a recepcionista Andreza, que nos mostrou todo o Hotel e nos explicou seu funcionamento. Só não tivemos a oportunidade de conhecer o trabalho de sustentabilidade do Hotel.
O Hotel possui dois restaurantes, o Restaurante D’Agape e o Restaurante Gaudium. Conhecemos a cozinha de um dos restaurantes, onde almoçamos. O cardápio oferece grande variedade de saladas, pratos quentes e sobremesas.
 

Passeio de Barca – Rio Santo
 
O passeio de barca pelo Rio Paraíba foi realizado logo depois que saímos do Hotel Rainha do Brasil. Teve duração de aproximada 30 minutos e durante todo o trajeto o monitor nos explicou como foi encontrada a pequena imagem de Nossa Senhora Aparecida e o local onde esta imagem foi encontrada.
O passeio de barca é muito seguro, pois na barca contém coletes salva-vidas para todos que fizerem o passeio.
Ter esta oportunidade de realizar o passeio de barca e  conhecer o local onde foi encontrada a imagem de Nossa Senhora Aparecida, para mim foi de grande importância, pois esse conhecimento será de grande valor quando eu estiver executando meu trabalho, afinal, foi ali onde começou toda história de Nossa Senhora Aparecida e da Cidade de Aparecida que é muito importante para o Catolicismo e para o Turismo Religioso.



 

 

Visita Técnica a Garagem da Tursan Turismo em Taubaté

Na visita a Tursan Turismo realizada no dia 18 de Abril de 2013, em sua Matriz situada na cidade de Taubaté, fomos recebidos pelo Silvio, gerente de tráfego e pelo Sr. Silvio, que nos contou sobre a história da empresa e sua política de funcionamento.
A história da Tursan Turismo começa em 1932, com Pedro Piolli e Lindolfo de Carvalho. No inicio, a pequena empresa tinha apenas dois ônibus e o transporte era de Santo André, no ABC Paulista até o terminal Dom Pedro na Capital. De 1932 até 1962, foi um longo trabalho. Em 1962 iniciou a Tursan Turismo. Dali para frente, a empresa cresceu se tornando uma das maiores e mais importantes empresa de fretamento de ônibus do Vale do Paraíba.
Hoje a Tursan Turismo possui uma frota de 490 carros e possui garagens espalhadas de São Paulo a Itaboraí.
A Tursan troca sua frota a cada 4 anos. Quando há a troca da frota, os carros antigos são vendidos.
A Tursan possui 3 tipos de carros:
- Convencional
- Microônibus
- Luxo (Modelo G7 – 1200)
O carro modelo luxo possui: banheiro, dvd com telas lcd, ar condicionado individual por poltronas, rádio, geladeira, tomada, microfone e vidros lacrados.
A Tursan Turismo, além de fretar seus carros para o Turismo, também transporta funcionários de grandes empresas como a Volkswagen, GM, etc
O Sr, Silvio nos explicou em detalhes sobre os cuidados que a Tursan tem com seus carros e também como a empresa trabalha com a sustentabilidade.
Antes do carro sair para o fretamento, eles são lavados e revisados pelos mecânicos. Além disso, a cada 30 mil km, os carros passam periodicamente pela manutenção preventiva, que é bem mais barata que a corretiva.
A Tursan ainda não possui carros adaptados para deficientes físicos, pois além de não ter demanda o custo desses carros exclusivamente para o turismo é muito alto.
Em todas as garagens da Tursan, além da Matriz, os serviços de manutenção, abastecimento, limpeza e conserto dos veículos são realizados por profissionais altamente capacitados, que garantem o mesmo padrão de excelência.
A Tursan busca sempre atingir seus objetivos e ter o melhor relacionamento possível com seus clientes, suprindo toda e qualquer necessidade que venha a existir.



 



 

Visita Técnica ao Mosteiro da Sagrada Face e a Fazenda Boa Vista em Roseira/SP

No dia 04 de Abril de 2013, realizamos uma Visita Técnica a Fazenda Boa Vista e ao Mosteiro da Sagrada Face, situados na cidade de Roseira - SP.
Afazenda Boa Vista, antigo engenho de açúcar e aguardente no século XVIII e fazenda de café no século XIX, permite ao visitante que percorre suas dependências, uma volta mágica no tempo.
A caminhada é feita entre árvores, pequenos riachos, jardins e tanques onde o café colhido era lavado, onde as negras lavavam a roupa. Vê-se também um chafariz e restos arqueológicos de paredes em taipa de pilão.
Emoldurando essa paisagem, estão dois exemplares da arquitetura colonial: a casa grande e a senzala.
Visitar a casa grande é reconhecer nos móveis, nos utensílios, nas fotografias, a vida e o cotidiano de uma família patriarcal.
Já a visita à senzala, totalmente desprovida de pertences, nos leva à reflexão sobre uma época sombria de nossa história.
Na visita a Fazenda, fomos acompanhados pela Professora e Historiadora Efigênia, que nos apresentou toda a parte histórica e acervo da fazenda.
Logo após a visita a fazendo, fizemos um trilha, onde fomos acompanhados pelo Biólogo Edson.




No Mosteiro conhecemos toda a arquitetura e todo seu espaço. Nesta visita fomos acompanhados pelo Frei responsável.
O Mosteiro possui uma belíssima arquitetura, no estilo que remonta os Castelos Medievais Italianos. Sua construção é de 1970 e pertence a congregação dos Oblatos de Cristo Sacerdote.


 



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Conhecendo Guaratinguetá...

No dia 04 de fevereiro, nosso docente Anderson nos convidou para um pequeno tur pela cidade de Guaratinguetá, em atrativos turisticos próximos a unidade do SENAC. O docente Anderson, ainda em sala de aula, dividiu a  sala em pequenos grupos de  alunos e distribuiu os atrativos que iriamos visitar.
O objetivo dessa atividade era colocar em prática nossa futura profissão Guia de Turismo. Os grupos já com os atrativos definidos pelo docente, tinham que passar informações para os colegas de classe.
Visitamos os seguinte pontos:

- MERCADO MUNICIPAL
- ASSOCIAÇÃO COMERCIAL
- PREFEITURA
- GUARATRES
- MUSEI DE FREI GALVÃO E ARQUIVO HISTORICO DE GUARATINGUETÁ
- MUSEU CONSELHEIRO RODRIGUES ALVES
- ESTÁTUA CONSELHEIRO RODRIGUES ALVES
- ESTAÇÃO FERROVIARIA DE GUARATINGUETÁ

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Visita Técnica a Gruta e a Casa de Frei Galvão

No dia 15 de Outubro, fizemos uma visita técnica a Gruta e a Casa de Frei Galvão e a docente que nos acompanhou foi a Vera Guio.









Partindo desta visita, a sala foi divida em grupos para a elaboração de um trabalho. Após ler uma matéria da revista " O Mosaico" sobre Thereza e Tom Maia, elaboramos um texto, expondo o que entendemos neste texto.

Texto: Thereza e Tom: uma dupla a serviço da nossa memória histórica cultural!
Resgatando a cultura regional!
O texto sobre o casal Thereza e Tom Maia, nos deixa bem claro a importância da preservação do patrimônio cultural da nossa região.
Se hoje, nós moradores da região, temos acesso as informações históricas, culturais e de Frei Galvão, devemos isso ao casal Thereza e Tom Maia,
que com seus estudos e pesquisas, resgataram todo esse belo patrimônio histórico cultural, pois sem esse trabalho, num futuro próximo, toda essa história poderia se perder.
Uma das partes do texto que nos chamou a atenção, foi quando Thereza Maia fala sobre a falta de um Plano Turístico Municipal, para que a população e a cidade de Guaratinguetá possam usufruir melhor o turismo local e o Centro Histórico. O Poder Público precisa investir no turismo de Guaratinguetá, para que as questões culturais e a devoção ao Primeiro Santo Brasileiro não se perca com o passar do tempo.
Juliana Mara de Paula
Bianca Aparecida Monteiro
Fernanda da Silva Lopes Campos
Valéria Cristina Tirelli dos Santos



História de Frei Galvão